amarelinho é sortinha
disseste-me que não te lembras dos sonhos que tens, não é? olha, eu nem por isso. aliás, "nem por isso" é aquela resposta que dá jeito - "dá jeito" também é bastante oportuno. já que me falas nisso, aproveito para te lembrar que, quando sonhas, mantens a actividade de teu cérebro em ebulição, o que faz com que estejas vivo. sim! isso, porque há alguns pensadores que dizem que, quando se dorme, morre-se um pouco. não ligues: se te fosses reger pelo que dizem os pensadores, já estarias morto defunto enterrado em baixo da terra. o quê? não se pode dizer isto? estás doida?! olha lá, minha linda! que achas se nós fossemos tentar conjugar sonhos? sim, daqueles que não se concretizam, que cheiram a chouriço de cebola e se conseguem apalpar? ... digo-te: se conseguissemos conjugar sonhos desses, acho que seríamos felizes: era como se casássemos mas sem dar o nó - "até que a morte os separe" e merdas dessas. bem! se quiseres, é só mandares um sms, que eu acorro a correr andando bem depressa e aos saltinhos.
"estou aqui!"
é daquelas frases que se podem dizer e nunca soam mal, sabes? servem para bezuntares o pão ao pequeno almoço, enquanto não consegues comunicar. deixas um postit, na noite anterior, na mesa do café da manhã no lugar dele a dizer bem claro: "estou aqui!" e esperas pacientemente que não te sacuda de novo as migalhas da tosta para o teu colo.
funciona: vai por mim!
ah! ... "vai por mim!" também serve.
"estou aqui!"
é daquelas frases que se podem dizer e nunca soam mal, sabes? servem para bezuntares o pão ao pequeno almoço, enquanto não consegues comunicar. deixas um postit, na noite anterior, na mesa do café da manhã no lugar dele a dizer bem claro: "estou aqui!" e esperas pacientemente que não te sacuda de novo as migalhas da tosta para o teu colo.
funciona: vai por mim!
ah! ... "vai por mim!" também serve.






